Renally Leal

Eu sou Renally Leal, natural de Campina Grande, Paraíba, apaixonada por livros, animais e autoconhecimento. Estou em constante transformação interna.

Aos 21 anos me formei em Direito pela UEPB. Entrei e saí da Faculdade sem saber exatamente o que estava fazendo ali, ao terminar, continuei perdida por bastante tempo.

Os critérios que usei para escolher um trabalho na área jurídica foram: tempo livre e a liberdade financeira (havia uma paixão inconsciente pela palavra “liberdade” – secretamente, eu queria mesmo era tempo para fazer OUTRAS coisas).

Optei por concursos públicos e passei em alguns cargos interessantes. Pouco depois tive que escolher, o que me levou a desistir de quase todos, incluindo Procuradorias Jurídicas, duas vezes o de Delegada de Polícia. Foi assim que me tornei Oficial de Justiça Avaliadora Federal. Tempo livre + alta remuneração.

Era tudo o que sempre quis. Aos 30 anos de idade, eu já tinha uma vida que muita gente classifica como “bem-sucedida”.

Todos os dias eu entrava no meu caro zero, ligava o mp3 do celular de última geração e saía dirigindo, exatamente pelas mesmas ruas, para um trabalho repetitivo e mecânico que me exigia ZERO motivação e não me desafiava em absolutamente NADA.

Havia um vazio ali. Além de vários outros. Desde criança tive problemas com minha própria noção de valor, me sentia rejeitada e não me destacava em nada. Cresci com a sensação de que eu não fazia parte de nada – era o verdadeiro peixinho fora d’água.

E isso se manifestou, na minha vida adulta, da pior forma possível: baixa autoestima, timidez, medo da rejeição, insegurança, compulsão alimentar e falta de amor próprio.

Eu tentei preencher aqueles vazios como muitas pessoas fazem: com coisas, muitas coisas! Maquiagem, roupas, sapatos e festas, muitas festas! Nos finais de semana, eu saía todos os dias, bebia até amanhecer o dia, chegava em casa para me empanturrar de comida. 

Eu estava tentando aliviar as minhas dores emocionais com tudo o que o dinheiro podia comprar. Mas a dor emocional é igual a uma criança com forme: a gente pode tentar distraí-la com um brinquedinho, mas logo ela lembra da fome e volta a chorar. 

Chegou um momento que minha criança chorou tão alto que não pude mais ignorar. As bebedeiras de finais de semana se estenderam para o meio da semana, passei a gastar muito mais do que ganhava. 

Vivia em função de coisas e momentos que não me acrescentavam nada. Na verdade, não estava vivendo, de fato.

E a tal da felicidade? Não encontrava em lugar nenhum.

No ano de 2014 entrei em depressão. Nada naquela vida fazia sentido. Passei dias no meu quarto, com uma tristeza que podia sentir na minha alma, através de olhos angustiados e assustados. 

Para muitos isso é o fundo do poço, para mim, foi o grande ponto de virada.

Eu sabia, intuitivamente, que não fazia sentido tomar medicação que iria apenas eliminar os sintomas… e quanto a verdadeira causa que gerou tudo aquilo?

Saí do consultório médico, peguei meu carro e dirigi 250 quilômetros até a cidade de Pipa-RN, lugar mais próximo onde encontrei uma pousada que oferecia uma tal de “terapia holística”. Eu não fazia ideia do que significava aquilo, mas tocou meu coração.

Passei o final de semana lá e fiz tudo que podia, um tal de Mapa Astrosófico, Ritual Terapêutico e a esquisita massagem com Reiki.

Retornei com um monte de “tarefas de casa” que incluíam uma série de exercícios energéticos e alguns estudos. Rapidamente, pulei para novos estudos e descobri um universo de teorias, curas, terapias, métodos…

Eu já gostava do autoconhecimento, já lia uma coisa ou outra, mas naquele momento eu mergulhei de cabeça. Experimentei tudo que encontrei pela frente e fui me equilibrando, me curando. No final daquele ano, eu estava ótima. Inclusive, muito melhor que antes.

Sem tomar nenhum remédio!

Eu fiquei tão empolgada que concluí que o MUNDO precisava conhecer aquilo. Convenci todas as minhas amigas a estudarem terapias holísticas e abrirem um centro terapêutico comigo, rs.A ideia não durou seis meses (rs), mas rendeu ótimos frutos. Todas elas são terapeutas maravilhosas até hoje e eu descobri que o sentido da minha vida era inspirar quem está à minha volta a se transformar.

Eu continuei meu próprio processo de transformação. O ano de 2015 foi dedicado a curar minhas emoções e bloqueios internos. Naquela altura, eu já estava bem impressionada com o resultado de todas as técnicas que eu conheci.

Vários aspectos na minha vida estavam realmente equilibrados: eu havia comprado um ótimo apartamento, estava morando sozinha, mudei de cidade, fui para a capital, perto do mar, mudei também o padrão dos meus relacionamentos, o meu trabalho na nova cidade era leve e divertido.

A minha nova realidade estava sendo construída como resultado do meu processo de transformação interna. Eu já havia entendido: primeiro muda dentro, depois fora. A ordem é essa.

No ano seguinte, foquei em construir uma nova carreira que me desse um senso de propósito e sentido. Tudo que sabia era que queria ajudar outras pessoas.

Entrei num curso de Coaching e me dediquei a esse novo sonho. Deu muito certo: em seis meses de formada, eu já tinha mais de 100 alunos, estava viajando o Brasil para dar palestras em turmas avançadas de coaches e dividia palcos com pessoas que eu era fã. Tudo parecia perfeito!

Em 2017, eu fiz meu curso online na área de Concurso Público. Foram mais de 300 alunos que passaram pelos meus treinamentos de Mentoria e Coaching. Pessoas que me procuravam desmotivadas, cansadas e, após passar pelos meus cursos, conseguiam aprovação nos seus cargos dos sonhos.

Era maravilhoso, mas eu começava a sentir falta do que eu mais gostava: o contato direto com as pessoas. As sessões onde eu podia ver a cura acontecer, a transformação diante dos meus olhos. As turmas ao vivo… descobri que eu amo PESSOAS.

Mas tudo bem. Isso não era incômodo a ponto de eu querer mudar, mas a vida sempre surpreende e, no final do ano de 2017, me trouxe um momento muito desafiador.

Eu tinha um relacionamento de 7 anos que chegou ao fim. Esse rompimento foi um processo muito doloroso. Quem já passou por isso sabe… os relacionamentos parecem nos atingir numa profundidade inexplicável.

Foi aí que me apareceu um curso de Thetahealing. Eu já fazia sessões como paciente, mas sabia que o curso me daria mais conhecimento.

Eu não fazia ideia do que estava por vir. Saí do curso impactada. Certamente, foi mais um ponto de virada na minha vida.

Na mesma semana que aprendi a técnica, consegui eliminar toda aquela extenuante dor do fim do relacionamento. Claro que tinha outras questões a serem trabalhadas, só que, a partir daquele momento, eu poderia cuidar de mim a partir de uma energia de amor, não mais de sofrimento.

Eu adoro estudar, experimentar e, com o thetahealing, eu sentia que estava com um poder mágico nas mãos, então decidi ousar. Em todos os meus estudos e práticas terapêuticas eu nunca tinha conseguido equilibrar minha relação com a comida. Os doces eram meu ponto fraco. 

Naquela mesma semana usei a técnica para resolver essa persistente questão e, para a minha surpresa, eliminei completamente o açúcar branco da minha alimentação, sem nenhum esforço e dor! Era como se, simplesmente, o açúcar nunca tivesse existido…

Em apenas 7 dias eu havia resolvido a questão que tinha abalado as estruturas da minha vida e fiz as pazes com a alimentação – coisa que nunca tinha conseguido antes, mesmo tentando com todas as ferramentas possíveis.

Eu posso dizer, sem sombra de dúvidas, que nunca encontrei nada tão poderoso, assertivo e profundo. Se, apenas com o primeiro curso básico, eu consegui tanto, imagina com os demais?

Eu decidi apostar, como sempre fiz quando estive diante de algo que reconheci o potencial de mudar a minha vida. E não paro de me surpreender. Assim começou a minha linda história com o Thetahealing. Uma das minhas melhores escolhas.

Eu quero ser o melhor que posso ser. Esse é o meu maior compromisso nessa existência. Já percebi que não há limites quando se trata do nível de bem-estar que podemos alcançar, assim como a paz, a harmonia, a prosperidade e acredito que o autoconhecimento é o caminho para alcançarmos a verdadeira felicidade. 

Minha missão é inspirar o maior número de pessoas possível a enxergar e vivenciar esse incrível processo, que nos leva ao nosso máximo potencial, onde podemos construir uma vida realmente plena e feliz. 

Com amor,

Renally Leal